DODF Nº 237
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14
de dezembro de 2000
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Aprova a Norma Técnica nº 007/2000-CBMDF, sobre a Brigada
de Bombeiro Particular no Distrito Federal, que especificam.
O COMANDANTE GERAL DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL, no uso da competência que lhe confere o Art. 9º, da Lei nº 8.255,
de 20 de Novembro de 1991 (Lei de Organização Básica do CBMDF), c/c inciso I, V e VII, do Art. 47, do Decreto
n.º 16.036 , que dispõe sobre o Regulamento de Organização Básica do CBMDF e
ainda, Fundamento no Art. 4º, do
Decreto n.º 21.361, de 20/07/2000, que trata sobre a Brigada de Bombeiro
Particular no Distrito Federal e dá outras providências, considerando a
proposta apresentada pelo Diretor de Serviços Técnicos da Corporação, resolve:
Art.
1º - Aprovar e colocar em vigor a NORMA TÉCNICA n.º 007/2000-CBMDF,
na forma do anexo à presente Portaria.
Art.
2º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
Art.
3º - Revogam-se as disposições em contrário.
Brasília – DF, em 7 de
dezembro de 2000.
144º do CBMDF e 41º de Brasília
OSCAR
SOARES DA SILVA – Cel QOBM/Comb.
ANEXO
Brigada de
Bombeiro Particular
1.
Objetivo:
1.1. Esta norma estabelece os
critérios mínimos para formação e prestação de serviço de brigada de bombeiros
particulares.
2.
Documentos
Complementares:
2.1. Norma técnica nº 006/00-CBMDF – Emissão do Certificado de
Credenciamento do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.
2.2. NBR 14277 – Campo para
treinamento de combate a incêndio.
3.
Definições:
Para os efeitos
desta Norma aplicam-se as seguintes definições:
3.1. CBMDF: Corpo de Bombeiros Militar
do Distrito Federal.
3.2. Bombeiro Particular (BP): pessoa que presta serviços
na área de segurança contra incêndio e pânico e que freqüentou curso com carga mínima de 131 horas-aula,
conforme anexo A.
3.3. Brigada de Bombeiros Particular
(BBP):
grupo organizado de bombeiros particular, treinado e capacitado para atuar na
área de segurança contra incêndio e pânico, abandono da edificação, bem como
desenvolver e manter uma mentalidade prevencionista no estabelecimento.
3.4. Empresa Formadora de Bombeiro
Particular (EFBP): empresa credenciada pelo CBMDF
para a formação e/ou a atualização de bombeiros particulares e de brigadistas.
3.5. Empresa Prestadora de Serviço
de Bombeiro
Particular (EPSBP): empresa credenciada pelo CBMDF , responsável pela
direção e desempenho nas atividades de prestação de serviços de bombeiros
particulares.
3.6. Certificado de Credenciamento
(CRD):
documento expedido pelo CBMDF, que habilita
empresas e profissionais a prestarem serviços relativos à segurança
contra incêndio e pânico no Distrito Federal.
3.7. Equipamento de Proteção Individual (EPI): equipamento destinado à manutenção da integridade
física do usuário contra agressão de
agentes químicos, físicos e biológicos.
3.8. Exercício Simulado: exercício prático realizado
periodicamente para manter a brigada e
os ocupantes da edificação
em condições de enfrentar uma situação real de emergência.
3.9. Plano de Combate e Abandono
(PCA):
documento que descreve de forma minuciosa, procedimentos para combate a
princípio de incêndio e abandono dos ocupantes da edificação (população fixa e
flutuante).
4. Condições gerais:
4.1. A empresa deve exercer
somente a atividade para qual estiver autorizada e descrita no respectivo CRD .
4.1.2. Serão emitidos certificados distintos para empresa de formação de
Bombeiro Particular e Prestação de Serviços de Bombeiros Particular.
4.1.3. O bombeiro particular só
pode exercer essa função se possuir o certificado de formação de bombeiro
particular emitido por empresa credenciada
junto ao CBMDF ou certificado de
formação expedido por Corpos de Bombeiros Militares.
4.1.4. A empresa para se credenciar como prestadora de serviço deve apresentar
cadastro com 5 (cinco ) bombeiros
particulares no mínimo.
4.1.5. A empresa de formação deve
possuir recursos que viabilizem a instrução do aluno , tais como: sala de aula,
materiais didáticos, equipamentos e
campo de treinamento de combate a incêndio , próprios ou locados . Neste ultimo
caso deverá ser apresentado o documento comprobatório firmado para todo o
período de credenciamento.
4.1.6. A EFBPB deve cumprir os
currículos básicos para o curso de formação de bombeiro particular e curso de
formação de brigadista constante nas respectiva normas técnicas.
4.1.7. O candidato a bombeiro particular, deve cumprir o currículo básico para
o curso de formação de bombeiro particular, com carga horária
mínima de 131 horas-aula, conforme anexo A.
4.1.8. O certificado de bombeiro particular deve ser entregue ao aluno que
concluir o curso com o aproveitamento mínimo de 70% tanto na avaliações
praticas quanto nas teóricas.
4.1.9. O certificado de formação de bombeiro particular terá validade de 2
(dois ) anos, devendo o BP realizar uma atualização conforme item 4.3.
4.1.10. Os bombeiros particulares devem estar fisicamente aptos a desempenharem
as atividades da brigada particular e a participarem de sessões de exercícios
simulados e treinamentos.
4.1.11. A empresa prestadora de serviço deve fornecer relatório quadrimestral
dos serviços prestados.
4.1.12. O Plano de Combate e Abandono (PCA) deve ser elaborado pelo
Supervisor para o local onde a brigada
de BP estiver instalada, dispondo o Supervisor de 15 (quinze) dias úteis a
partir da instalação para encaminha-lo a DST.
4.1.13. O PCA deve ser elaborado conforme anexo B.
4.1.14. A brigada de bombeiros particular deve ser composta levando-se em
conta a área e o número de pavimentos da edificação, conforme item 4.4 .
4.1.15. A brigada de bombeiros particular de uma edificação pode ser composta
por elementos efetivos do próprio órgão, desde que sejam exclusivamente
destinados ao serviço e formados por empresa credenciada, ou por efetivos de
EPSBP credenciadas pelo CBMDF.
4.1.16. Deve ser fornecido aos
bombeiros particulares todos os EPIs necessários ao desenvolvimento das suas
atividades (luvas, uniformes, botas , capacetes e aparelhos de respiração
autônomo), bem como aparelhos de comunicação por radio - HT.
4.1.17. Todas as brigadas de bombeiros particulares devem ter o acompanhamento
do supervisor de brigada.
4.1.18. O Supervisor de brigada só poderá supervisionar um numero máximo de 03
(três) empresas ou 10 (dez) Brigadas de
bombeiros particulares.
4.1.19. Todos os assuntos inerentes a Brigada de bombeiros particular como
documentação, revalidação e renovação do CRD só poderão ser resolvidos pelo
Supervisor da Brigada ou o proprietário da empresa.
4.1.20. O Supervisor da Brigada de Bombeiros Particular é o responsável pela
prevenção, determinação da organização , estrutura, coordenação, formação ,
treinamento e supervisão das atividades do chefe da brigada e dos brigadistas.
4.1.21. O Chefe da brigada atua no combate a incêndios e prevenção , exerce
a autoridade de comandar , orientar e fiscalizar a atuação dos brigadistas .
4.2. Do certificado
No certificado do bombeiro
particular deve constar os seguintes dados:
a) Nome completo do concludente com
CPF;
b) Carga horária;
c) Período de treinamento;
d) Nome, habilitação e CPF do supervisor;
e) Citar que o certificado está de conformidade com esta Norma.
4.3. Da atualização
4.3.1. A atualização do bombeiro particular deve ser feita com a
periodicidade de no máximo 24 meses.
4.3.2. Aos bombeiros particulares será opcional a parte teórica, desde que o bombeiro seja aprovado em pré-avaliação
com 70% de aproveitamento.
4.3.3. Deve ser emitido um certificado de atualização ao bombeiro particular
conforme item 4.2.
4.4. Critérios mínimos para números de bombeiros particulares em
edificações
4.4.1. De acordo com os tipo de edificações abaixo relacionadas , serão
delimitados, no mínimo, além do Chefe da Brigada, as seguintes quantidades de
Bombeiros Particulares :
4.4.2. Shopping: 02( dois) bombeiros particulares para até 03 (três)
pavimentos que não excedam área somada de 10000m² .
4.4.2.1. Se a área somada dos 03 (três) pavimentos exceder a área estabelecida pelo item anterior,
acrescentar-se-a uma dupla de BP.
4.4.2.2. A cada 03 (três) pavimentos ou fração, acrescentar-se-a uma dupla de
BP, observando o limite de área previsto no sub-item 4.4.2.
4.4.2.3. A cada 10000m² ou área excedente acrescentar-se-a uma dupla de BP
4.4.3. Edificações publicas ,
comercias, residenciais transitórias, escritórios e hospitais : 02(dois)
bombeiros particulares para até 04 (quatro) pavimentos que não excedam área
somada de 10000m² .
4.4.3.1. Se a área somada dos 04 (quatro) pavimentos exceder à área estabelecida
pelo item anterior, acrescentar-se-a uma dupla de BP.
4.4.3.2. A cada 04 (quatro) pavimentos ou fração, acrescentar-se-a uma dupla de
BP, observando o limite de área previsto no sub-item 4.4.3.
4.4.3.3. A cada 10000m² ou área excedente acrescentar-se-a uma dupla de BP.
4.4.4. Supermercados: 02(dois)
BP para edificações com área de 10000m² a 15000m² ou para cada 02 (dois)
pavimentos que não excedam a área
somada de 15000m².
4.4.4.1. a cada 15000m² ou área excedente acrescentar-se-a uma dupla de BP.
4.4.5. Se a edificação possuir duas ou mais características , o
dimensionamento deverá ser feito para cada característica individualmente. Se a edificação possuir mais de uma
destinação e uma ou mais possuir área inferior a 10000m² , está será avaliada
pela destinação de maior área.
4.4.6. Deverá ser mantido na edificação, fora do horário comercial ,pelo menos
uma dupla de BP.
4.4.7. A critério técnico do CBMDF
pode ser aumentado ou reduzido o número de bombeiros particulares nas
edificações.
4.5. Das atribuições
4.5.1. As atribuições da brigada de bombeiros particular
são as seguintes:
a) Ações de prevenção:
-
Avaliar dos riscos existentes;
-
Elaborar relatório das irregularidades encontradas nos sistemas
preventivos;
-
Treinar a população para o
abandono da edificação realizando o PCA
no mínimo 04 (quatro) vezes para o parcial e 2 (duas) vezes para o completo,
durante um ano;
-
Inspecionar periodicamente os equipamentos de proteção contra incêndio e
rotas de fuga, e quando detectada qualquer anormalidade, comunicar a
quem possa saná-la na maior brevidade possível, registrando em livro
próprio a anormalidade verificada;
-
Informar ao CBMDF, com antecedência mínima de 24 (vinte e quatro) horas,
citando o dia e hora do exercício simulado,
-
Planejar ações pré-incêndio;
-
Supervisionar as válvulas de controle do sistema de chuveiros
automáticos;
-
Implementar do plano de combate e abandono.
b) Ações de emergência:
-
Identificação da situação;
-
Auxiliar no abandono da edificação;
-
Acionar imediatamente o CBMDF, independentemente de análise de situação;
-
Verificar a transmissão do alarme aos ocupantes;
-
Combater os incêndios em sua fase inicial, de forma que possam ser
controlados por meio de extintores ou
mangueiras de incêndio da própria edificação e onde não haja a necessidade de uso de equipamentos de proteção individual específicos
(equipamentos autônomos de proteção respiratória, capas de aproximação etc.) ;
-
Atuar no controle de pânico;
-
Prestar os primeiros socorros a feridos;
-
Realizar a retirada de materiais para
reduzir as perdas patrimoniais devido a sinistros;
-
Interromper o fornecimento de energia elétrica e gás liqüefeito de
petróleo quando da ocorrência de sinistro;
-
Estar sempre em condições de auxiliar o CBMDF, por ocasião de sua
chegada, no sentido de fornecer dados gerais sobre o evento bem como, promover
o rápido e fácil acesso aos dispositivos de segurança;
4.5.2. A EPSBP deve fazer um monitoramento de toda a equipe quanto a
existência de problemas médicos que possam ser perigosos durante as atividades
de combate ao fogo.
4.5.3. Quando os bombeiros particulares forem efetivos do próprio órgão, o
setor ligado à brigada de bombeiros particular é responsável pelo monitoramento citado no item anterior.
4.5.4. Sempre que for substituído algum membro da brigada particular, o CBMDF
deve ser informado até 05 (cinco) dias úteis após a alteração, bem como deve
ser enviado a documentação necessária
para alterar o plano de combate e abandono.
4.5.5. Deve ser previsto local reservado para a permanência dos Bombeiros
Particulares .
4.6. Identificação da brigada
particular
4.6.1. Devem ser distribuídos, em locais visíveis e de grande circulação,
quadros de aviso ou similar, informando sobre a existência da brigada
particular , forma de contato e local
onde se encontra.
4.6.2. Os bombeiros particulares desenvolverão suas atividades uniformizados a fim de serem facilmente
identificados, entretanto, com
padrões de cores diferenciados dos
utilizados pelo CBMDF.
4.6. Da Documentação
4.7.1. Empresa Formadora de Bombeiros Particulares:
a) Curriculum vitae do Supervisor da brigada;
b) Curriculum vitae dos instrutores do curso de formação de bombeiro
particular e copia dos certificados de conclusão que os habilite a instruir os
alunos.
4.7.2. Empresa Prestadora de serviço de Bombeiro Particular:
a) Curriculum vitae do
Supervisor da brigada e o seu registro no conselho regional caso não seja
oficial do CBMDF.
b) Relação nominal dos
bombeiros particulares e cópia dos seus certificados de formação ou de
atualização se for o caso.
4.7.3. Todas as cópias devem estar acompanhadas das originais ou autenticadas
em cartório.
4.8.Da qualificação
4.8.1.Supervisor : Os Oficiais do CBMDF da reserva remunerada ou Engenheiros
de Segurança do Trabalho.
4.8.2
Instrutor: Os Oficiais,
Subtenentes e Sargentos do CBMDF e Engenheiros de Segurança do Trabalho.
4.8.3. Chefe de Brigada: As pessoas detentoras de Curso de Formação de
Sargentos e/ou de Técnicos de Segurança , o último com o curso de formação de
brigadista.
4.8.4. Bombeiro Particular: As pessoas detentoras de Curso de Formação dos
Corpos de Bombeiros Militares e / ou
Curso de Formação de Bombeiro particular emitido por empresa credenciada junto
ao CBMDF.
4.9. Fiscalização
4.9.1. O CBMDF fiscalizará as atividades referentes ao desempenho da brigada
de bombeiros particular em seu local de trabalho.
4.9.2. Fica a Diretoria de Serviços Técnicos (DST), responsável pela
aplicabilidade desta norma.
4.9.3. Os casos omissos nesta norma serão solucionados pelo Conselho de Engenharia
do CBMDF..
ANEXO – A
Módulo
|
Assunto
|
Objetivos
|
Carga horária
h |
|
A – Parte Teórica
|
||||
|
01
Introdução |
Objetivos
e conceitos |
Conhecer os objetivos gerais do curso, responsabilidades e comportamento
do brigadista |
1 h/a |
|
|
02
Relações humanas |
Resolver problemas, tomar decisões,
relacionamento com o público interno e externo - liderança |
Conscientização que as relações humanas no
ambiente de trabalho são importantes para o desempenho de sua função |
2 h/a |
|
|
03
Legislação de segurança contra incêndio e pânico do Distrito Federal |
Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico
e Normas do CBMDF |
Conhecimento sobre a legislação específica do
Distrito Federal que trata de segurança contra incêndio e pânico |
6 h/a |
|
|
04
Elevadores |
|
|
2 h/a |
|
|
05
Iluminação de emergência |
Inspeção e operação – princípios básicos |
|
2 h/a |
|
|
06 Sistema de
Proteção Contra Descargas Atmosféricas |
Inspeção e operação – princípios básicos |
|
2 h/a |
|
|
07
Saídas de emergência |
PCF,
rotas de fuga e escada de emergência |
|
2 h/a |
|
|
08
Sistema de Detecção e Alarme |
Inspeção e operação – princípios básicos |
|
2 h/a |
|
|
09
Sinalização de Segurança |
princípios básicos |
|
2 h/a |
|
|
10
Geradores e conjunto de moto bombas |
Inspeção e operação – princípios básicos |
|
1 h/a |
|
|
11
Teoria do fogo |
Combustão, seus elementos e a reação em cadeia |
Conhecer a combustão, seus elementos, funções,
pontos de fulgor, ignição e combustão e a reação em cadeia |
2 h/a |
|
|
12
Propagação do fogo |
Condução, irradiação e convecção |
Conhecer
os processos de propagação do fogo |
1 h/a |
|
|
13
Classe de incêndio |
Classificação
e características |
Conhecer
as classes de incêndio |
1 h/a |
|
|
14
Prevenção de incêndio |
Técnicas
de prevenção |
Conhecer as técnicas de prevenção para avaliação
dos riscos em potencial |
2 h/a |
|
|
15
Métodos de extinção |
Isolamento,
abafamento, resfriamento e químico |
Conhecer
os métodos e suas aplicações |
2 h/a |
|
|
16
Agentes extintores |
Água (jato/neblina), PQS, CO2,
espumas e outros |
Conhecer os agentes, suas características e
aplicações |
2 h/a |
|
|
17
Equipamentos de combate a incêndio |
Extintores, hidrantes, mangueiras e acessórios,
EPI, corte, arrombamento, remoção e iluminação |
Conhecer os equipamentos suas aplicações e
manuseio |
4 h/a |
|
|
18 Equipamentos automáticos de combate e
detecção a incêndio |
Chuveiros
automáticos (Sprinklers), detecção e alarme.... |
Conhecer os meios mais comuns de sistemas e
manuseio, tipos e funcionamento |
2 h/a |
|
|
19
Abandono de área |
Procedimentos |
Conhecer as técnicas de abandono de área, saída
organizada, pontos de encontro e chamada e controle de pânico |
2 h/a |
|
|
20
Equipamento de proteção individual |
|
Conhecer
os equipamentos suas aplicações e manuseio. |
2 h/a |
|
|
21
Higiene e profilaxia |
|
|
4 h/a |
|
|
22
Análise de vítimas |
Avaliações
primária e secundária |
Conhecer
as técnicas de exame primário (sinais vitais) e exame secundário (sintomas, exame
da cabeça aos pés) |
2 h/a |
|
|
23
Vias aéreas |
Causa
de obstrução e liberação |
Conhecer os sintomas de obstruções em adultos,
crianças e bebês conscientes e inconscientes |
2 h/a |
|
|
24
RCP (reanimação cardiopulmonar) |
Ventilação
artificial e compressão cardíaca externa |
Conhecer as técnicas de RCP com um e dois
socorristas para adultos, crianças e bebês |
2 h/a |
|
|
25
Estado de choque |
Classificação
prevenção e tratamento |
Reconhecimento dos sinais e sintomas e técnicas
de prevenção e tratamento |
1 h/a |
|
|
26 Hemorragias |
Classificação
e tratamento |
Reconhecimento e técnicas de hemostasia em
hemorragias externas |
2 h/a |
|
|
27
Fraturas |
Classificação
e tratamento |
Reconhecimento de fraturas abertas e fechadas e
técnicas de imobilizações |
5 h/a |
|
|
28
Ferimentos |
Classificação
e tratamento |
Reconhecimento e técnicas de tratamento
específicos em ferimentos localizados |
4 h/a |
|
|
29
Queimaduras |
Classificação
e tratamento |
Reconhecimento, avaliação e técnicas de
tratamento para queimaduras térmicas, químicas e elétricas |
4 h/a |
|
|
30
Emergências clínicas |
Reconhecimento
e tratamento |
Reconhecimento e tratamento para síncope,
convulsões, AVC (Acidente Vascular Cerebral), dispnéias, crises hipertensiva,
IAM (Infarto Agudo do Miocárdio), diabetes e hipoglicemia |
4 h/a |
|
|
31
Transporte de vítimas |
Avaliação
e técnicas |
Reconhecimento e técnicas de transporte de
vítimas clínicas e traumáticas com suspeita de lesão na coluna vertebral |
4 h/a |
|
B – Parte Prática
|
||||
Módulo
|
Assunto
|
Objetivos
|
Carga horária |
|
|
01
Prática |
Combate
a incêndios |
Praticar as técnicas de combate a incêndio, em
local adequando |
25 h/a |
|
|
02
Prática |
Abandono
de área |
Praticar as técnicas de abandono de área, na
própria edificação |
5 h/a |
|
|
03
Prática |
Primeiros
socorros |
Praticar as técnicas dos módulos de 21 a 31 da
parte A |
15 h/a |
|
C – Avaliação
|
||||
|
Módulo |
Assunto |
Objetivos |
Carga horária |
|
|
01
Avaliação Teórica |
Geral |
Avaliação individual dos alunos |
4 h/a |
|
|
02
Avaliação pratica |
Geral |
Avaliação individual dos alunos |
6 h/a |
|
Carga horária total
|
131 h/a |
|||
ANEXO – B
I-OBJETIVO
II-PREVENÇÃO
. Como se dará a
conscientização dos usuários sobre a questão do incêndio e sua prevenção no
local ;
. Supervisão;
. Manutenção e substituição
dos equipamentos;
. Programa de treinamento
para brigadista:
. Técnico profissional (atualização);
. Físico.
III-PROCEDIMENTOS
BÁSICOS DE EMERGÊNCIA
· Alerta;
· Análise de situação;
· Primeiros socorros;
· Corte de energia e consumo de GLP;
. Abandono de área ;
· Confinamento do sinistro;
. Isolamento da área;
· Extinção.
IV- FORMAÇÃO
GERAL
1-BRIGADA.
.Número de horas por turno de serviço;
·Número de brigadistas por turno de serviço.
2- BRIGADA PROFISSIONAL
. Formação;
. Horário de permanência.
V-
COMBATE INICIAL
. Formação;
. Treinamento de brigadistas (simulado);
. Plano para combate ( extinção ) inicial;
. Deveres que cada membro deve cumprir inclusive
grupo de apoio;
. Equipamentos existentes.
VI-ABANDONO
. Formação
.·Treinamento de abandono (simulado);
. Plano de abandono do local
. Especificar à parte os setores de cinemas.
. Equipamentos disponíveis;
. Como se dará o aviso aos ocupantes da necessidade
de evacuação imediata;
. Quando ocorrerá o abandono;
. Área de concentração de público;
. Rotas de fuga, pontos estratégicos para
permanência e encontro da Brigada de Bombeiro Particular
. Outras infomações necessárias ao PCA.
VII - SISTEMA DE COMUNICAÇÃO
Incluir que a edificação
possui dentre os itens a seguir;
. Telefones dos membros da
brigada e geral;
. Quadro sinópticos;
. Interfones;
. Sistemas de alarme;
. Sistema de som interno.
VIII -
DISPOSIÇÕES DE INFORMAÇÕES ÚTEIS PARA COMBATE E ABANDONO
· Aberto a
informações que venham a serem úteis, considerando as características das
ocupações.
IX - ANEXOS
.·Cópia dos
pavimentos indicando com setas ( ) verdes as rotas de fugas; Vizinhança:
indicar a posição e a ocupação em croqui ou planta de situação;
. Relação nominal
de todos os membros da brigada de Bombeiro Particular;
. Certificados de formação dos Bombeiros Particulares.